O que aconteceu ó vida?
Por ti me sinto abandonado,
Tu te ausentaste de mim,
Eis-me aqui isolado.
Não sei mais que fazer,
Mas também sei que nada faço,
Minha determinação está por um fio,
Enquanto outrora era como aço.
Aço inoxidável,
Que por nada era alterada,
Agora basta uma gota de orvalho,
Para se tornar enferrujada.
Todos os dias observo o mundo,
Nos subúrbios da minha presença,
Procurando por vida,
Profunda e intensa.
Nem réstia eu encontro,
Como poderei eu encontrar?
Sei bem o que aconteceu,
Mas não me consigo levantar.
Acho que já te deixei fugir,
Não me resta mais esperança,
Nem rebuscada ideia,
Fulminante que nem uma lança.
Quando assim é,
Só o tempo pode devolver,
Aquilo que agora morreu,
Mas sei que de novo irei ver.
Só me resta a paciência,
Para esperar passar,
A dor e a perda causada,
Sei que irei ultrapassar!
Por ti me sinto abandonado,
Tu te ausentaste de mim,
Eis-me aqui isolado.
Não sei mais que fazer,
Mas também sei que nada faço,
Minha determinação está por um fio,
Enquanto outrora era como aço.
Aço inoxidável,
Que por nada era alterada,
Agora basta uma gota de orvalho,
Para se tornar enferrujada.
Todos os dias observo o mundo,
Nos subúrbios da minha presença,
Procurando por vida,
Profunda e intensa.
Nem réstia eu encontro,
Como poderei eu encontrar?
Sei bem o que aconteceu,
Mas não me consigo levantar.
Acho que já te deixei fugir,
Não me resta mais esperança,
Nem rebuscada ideia,
Fulminante que nem uma lança.
Quando assim é,
Só o tempo pode devolver,
Aquilo que agora morreu,
Mas sei que de novo irei ver.
Só me resta a paciência,
Para esperar passar,
A dor e a perda causada,
Sei que irei ultrapassar!
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