Meu coração descongela,
Quando há aproximação,
Minha boca resseca,
Se não há junção.
Minha boca com a tua,
É pura magia,
Enquanto a distância,
Antes afligia.
O teu calor,
Me deixou melado,
Meu corpo então,
Deveras atordoado.
Bom é esse teu beijar,
Que me endoidece,
Aquele que me rouba fôlego,
Meu estômago estremece.
As borboletas esvoaçam,
Ao som daquele palpitar,
Meu cérebro se danifica,
E faz minha boca salivar.
Eu me condeno
Se não regressar,
Àquele momento,
Em que decidi te beijar.
Tanta ternura e desejo,
Aqueceram minha alma,
E o teu olhar e sorriso,
Me devolveram paz e calma.
Só espero voltar a te tocar,
E no meu peito te sentir,
Que se repita eternamente,
E nenhum fim surgir.
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