Uma fonte inerte, numa alma ausente, que emana o que amanhece na escuridão resplandecente, a penúria e a dor num vazio de emoções, é assim que alma jaz, na mais viva das multidões.
Repreende-se o vácuo em súbita aparição, daquilo que por hábito se prende à solidão. Tenho saudades de viver, vontade de renascer, a alma que teima não sobreviver. Um corpo vive, numa alma inerte, cujas emoções se abstraem e as paixões se subtraem...até está paixão pela escrita, já não se sobressai, pelo amor de Deus ! O desporto! A cozinha ! Já nada me sai!
Sensação de amargura, de derrotista, de sorriso apagado, ou simplesmente triturado, fraturam-se as vontades, as certezas, as purezas, de alma outrora cheia de riquezas.
Só queria voltar a ser eu, que verdade seja dita, não sei onde te fui deixar, pessoa maldita. Já tentei de tudo, sem nada tentar, a procura do meu eu incapaz de se mostrar.
Repreende-se o vácuo em súbita aparição, daquilo que por hábito se prende à solidão. Tenho saudades de viver, vontade de renascer, a alma que teima não sobreviver. Um corpo vive, numa alma inerte, cujas emoções se abstraem e as paixões se subtraem...até está paixão pela escrita, já não se sobressai, pelo amor de Deus ! O desporto! A cozinha ! Já nada me sai!
Sensação de amargura, de derrotista, de sorriso apagado, ou simplesmente triturado, fraturam-se as vontades, as certezas, as purezas, de alma outrora cheia de riquezas.
Só queria voltar a ser eu, que verdade seja dita, não sei onde te fui deixar, pessoa maldita. Já tentei de tudo, sem nada tentar, a procura do meu eu incapaz de se mostrar.