Escuta-se o silêncio dos oprimidos,
Nos sorrisos taciturnos,
Onde o ânimo desfalece,
Perante os eclipses diurnos.
Sem trupe intrépida,
Sem voz de comando,
O reino pertence ao Bobo,
E o seu canto vai entoando.
Uma voz singular,
Sem apoio e sem conforto,
De liderança fraca,
E espírito de equipa morto.
Ser chefe é sempre mais fácil,
Enquanto ser líder compete,
Um líder guia o Grupo,
Um chefe pouco promete.
Falta de corpo presente,
Apenas nos momentos de ruína,
Para receber os louros,
Já mostra vontade voraz e assassina.
A ganância impera estes dias,
Numa paródia da vida real,
Onde sobressaem as estrias,
Num modelo escultural.
São apenas meros defeitos,
Que todos os têm,
Mas que estão à vista de todos,
Menos de quem os detém.
Nos sorrisos taciturnos,
Onde o ânimo desfalece,
Perante os eclipses diurnos.
Sem trupe intrépida,
Sem voz de comando,
O reino pertence ao Bobo,
E o seu canto vai entoando.
Uma voz singular,
Sem apoio e sem conforto,
De liderança fraca,
E espírito de equipa morto.
Ser chefe é sempre mais fácil,
Enquanto ser líder compete,
Um líder guia o Grupo,
Um chefe pouco promete.
Falta de corpo presente,
Apenas nos momentos de ruína,
Para receber os louros,
Já mostra vontade voraz e assassina.
A ganância impera estes dias,
Numa paródia da vida real,
Onde sobressaem as estrias,
Num modelo escultural.
São apenas meros defeitos,
Que todos os têm,
Mas que estão à vista de todos,
Menos de quem os detém.
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