Lembras-te daqueles momentos,
Em que só perguntavas porquê?
Quando te davam algo,
Só perguntavas para quê.
Quando alguém fazia asneira,
Desatavas a rir,
Enquanto ainda não tinhas sono,
Passavas o tempo a sorrir.
Vivias da imaginação,
A solidão não era algo aborrecido,
Fazer puzzles ou partir coisas,
Era sempre algo divertido.
Acabavas o dia estourada,
Antes do banho era uma grande sujidade,
Quando os teus pais te deitavam,
Parecias um anjo de verdade.
À medida que vais crescendo,
Vão-te retirando esta mentalidade,
Ao tentarem fazer-te crescer,
Retiraram-te a felicidade.
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